sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Professora assume personagens para narrar histórias e contos

Sexta-feira, 18 de outubro de 2013 - 11:30

Estilizada, a professora Ana Luiza narra histórias e contos a crianças do primeiro ano e as ajuda a entender e interpretar textos para fortalecer o gosto pela literatura (foto: João Neto/MEC)“Adivinha quem eu sou? Posso contar uma história? Quem quer ouvir?”

Falando assim e vestida de Dona Baratinha, chega a professora Ana Luiza de Sousa Santos para a aula do conto, dada todas as sextas-feiras à turma do primeiro ano do ensino fundamental da Escola Municipal Pastor Otaídes Alves dos Santos, em Formosa, Goiás. O conto da sexta-feira, 11 de outubro, foi Lilás, uma Menina Diferente, de Mary E. Whitcomb. A obra faz parte da biblioteca da sala de alfabetização do primeiro ano.

A professora se apresenta, e as 23 crianças pulam e correm para o fundo da sala, tiram os chinelinhos, sandálias e tênis e sentam-se em um estrado emborrachado, vermelho. Elas dão respostas às perguntas de Dona Baratinha, mas ficam em quietas quando ela afirma: “Todos somos diferentes e também iguais”. Leia mais em...

Fonte:http://portal.mec.gov.br/

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sedução da leitura ajuda escola a melhorar desempenho de alunos

Quarta-feira, 16 de outubro de 2013 - 18:43

Márcia Neves é uma das professoras efetivas da rede pública de Formosa participantes do curso de formação do Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (foto: João Neto/MEC)A história de dois meninos que viajam pelos planetas, visitam estrelas, o sol e a lua, contada no livro Estrelas e Planetas, é motivo de encantamento para 31 alunos do segundo ano do ensino fundamental que estudam na turma da professora Márcia Martins Neves, em Formosa, Goiás. Para aumentar a sedução pela leitura, a professora entra na viagem das crianças de oito anos de idade e pede a elas que modifiquem a história. Márcia abre espaço, e a aula não tem hora para terminar. Leia mais em...

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sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Estudante aponta o hábito de leitura como segredo do sucesso

Quinta-feira, 10 de outubro de 2013 - 16:46

A estudante Daniela Franco realizou o sonho que os mais de 7 milhões de inscritos no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), edição de 2013, também almejam transformar em realidade. Obteve uma boa nota no exame e, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação, conquistou uma vaga em instituição de educação superior. Matriculada em administração na Universidade Federal de Goiás (UFG), Daniela acredita que o mais importante para alcançar o sucesso no Enem é ser um bom leitor e, acima de tudo, saber interpretar os textos dos enunciados. Leia mais...

Fonte:http://portal.mec.gov.br

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Jogo digital criado no Piauí apoiará educação de autistas

Quarta-feira, 09 de outubro de 2013 - 17:51

O G-TEA ensina cores primárias, mas também poderá ser usado para aprender letras, números e formas (Foto: Arquivo IFPI) Estudantes autistas de Teresina testaram e aprovaram um jogo digital sobre cores, criado por dois professores e três estudantes do curso de tecnólogo de análise e desenvolvimento de sistemas do Instituto Federal do Piauí, campus Teresina central. A primeira ferramenta desenvolvida pela equipe de pesquisa é para ensinar as cores primárias – vermelho, amarelo e azul –, mas o jogo, denominado G-TEA, será ampliado para possibilitar o ensino de letras, números, formas, sons, animais.

Um dos criadores do jogo, o professor Otílio Paulo da Silva Neto, explica que o G-TEA é uma ferramenta que auxilia a aprendizagem de estudantes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), baseada na metodologia de análise do comportamento aplicado. O ensino deve ser conduzido, de preferência, por pedagogos, fonoaudiólogos, psicólogos, psicopedagogos. Leia mais...

Fonte: http://portal.mec.gov.br/

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

 "A Poesia perdeu a pose"

Um fenômeno cultural está tomando conta das periferias de cidades brasileiras: os saraus. Nesses encontros, livres de qualquer afetação, é possível ler o que quiser, quando quiser e como quiser. Na Ponta do Lápis conheceu três deles que existem há alguns anos em bairros da cidade de São Paulo. Veja por que atraem cada vez mais gente – principalmente professores e estudantes – para ler, ouvir e falar sobre versos.

Luiz Henrique Gurgel

Estamos em pleno século 21 e um fenômeno literário típico dos salões aristocráticos do século 19 está se repetindo, de maneira transfigurada, em bairros populares e periféricos de grandes cidades brasileiras. É o antigo sarau. Se até meados do século passado a poesia era vista como arte da elite, agora falar ou escrever versos, construir rimas e deixar fluir o “eu lírico” tornou-se algo bem mais popular. O uso da palavra e a criação poética foram democratizados. “Literatura pode ser feita em qualquer lugar”, diz Sérgio Vaz, poeta e um dos criadores da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia), entidade que agitou a vida de comunidades que vivem nos extremos da Zona Sul da capital paulista. A televisão, com suas novelas, séries, programas de auditório ou jogos de futebol, deixou de ser a única opção de cultura e lazer dessas regiões. Leia mais em ...
Fonte: http://www.escrevendoofuturo.org.br
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Aprovação do PNE impedirá indicação política para escola

Segunda-feira, 07 de outubro de 2013 - 16:50

Um gestor dedicado, eficiente e técnico é fator relevante para a qualidade do ensino, afirmou o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, ao comentar matéria divulgada na imprensa sobre o perfil de diretores de escolas públicas. Segundo levantamento realizado a partir de respostas dos próprios diretores a questionário do mais recente Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), de 2011, um em cada cinco diretores de escolas públicas no país é alçado ao cargo por políticos. Leia mais ...
 Fonte: http://portal.mec.gov.br/

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Cenpec entrevista: Pamela Mason

Publicada: 30/07/2013

Professora-palestrante de Harvard fala sobre tutoria de professores, tema de sua palestra no Cenpec

Pamela MasonO Cenpec entrevistou na semana passada a Dra. Pamela Mason, diretora do Programa de Mestrado em Língua e Alfabetização e diretora do Laboratório de Leitura Jeanne Chall da Escola de Educação de Harvard, além de professora-palestrante na mesma instituição.

A Dra. Pamela Mason esteve no Cenpec em 23 de julho apresentando a palestra “A tutoria em educação como Narrativa Pública: motivação, estratégia e ação” em um encontro para convidados. Leia mais em...
Fonte: http://www.escrevendoofuturo.org.br